sexta-feira, 11 de outubro de 2013

A estudantada, a histeria e toda a sua envolvente

Não sei como é que funcionam as noites do estudante e caloiros pelo resto do país. Aqui, em Aveiro é mais que certo haver barulho à quinta-feira à noite e, se não chover e ainda houver um dinheiro extra, faz-se, também uma excentricidade à quarta-feira.
Mas quita-feira é que é e, de facto, cá estavam eles ontem à noite. Porém, ao contrário do que tenho ouvido noutras noites, não foram gritos dispersos, gajas a chorar à conta do vinho, um grupinho aqui e outro mais à frente... não! Nada disso! Ontem foi uma coisa a sério, gritos e berros certinhos, ao mais alto nível, até a voz faltar. Era uma fornada de economia, fosse de que universidade fosse.
E, meus amigos, tenho a dizer, se estes caloiros se aplicarem a estudar como se aplicaram a berrar/gritar ontem à noite, não haverá desemprego que chegue a estes jovens!

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Está tudo a postos para mais umas eleições?!

Agora não vamos é votar neles por serem sexy... Tenho que admitir que foi uma publicidade original mas a argumentação... enfim...

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

O casamento

Sábado passado foi dia de casamento de um casal amigo do meu homem.
Mas não vou falar sobre eles.
Deixo aqui uma lembrança nossa.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Despicable me 2

Não estava com grandes expectativas relativamente a este filme, visto que adorei o primeiro e achei que dificilmente fariam melhor.
Mas... não só adorei como percebi que me ri muito mais do que no primeiro. E saí de lá com a lágrima no canto do olho de tanto me rir.
Aconselho vivamente!
:)


segunda-feira, 29 de julho de 2013

O F.C.P. e o corte de cabelo

Este fim-de-semana foi para cortar o cabelo e para assistir ao jogo de apresentação do F.C.Porto.
Quanto ao cabelo, ainda entrei na cabeleireira meia indecisa, corta muito, corta só as pontas mas eu não sei que raio aconteceu lá dentro (que já não é a primeira vez), uma espécie de ataque de coragem, que disse à cabeleireira "olha, faz o que quiseres". Ainda não percebi se está bonzinho ou... pronto...
A apresentação dos Dragões foi fantástica, um bocadinho de desorganização na entrada. A festa tinha começado e nem metade do estádio estava preenchido ainda. O jogo, por si só, não foi grande coisa mas valeu a festa e o cachecol prometido.
Agora, sim, a malta pode torcer com confiança e de uma forma muito cor-de-rosa azul.


Aquelas coisas que a Leoa acha que só lhe acontecem a si...

... ir descansadinha de carro, ver um homem a querer passar uma estrada de quatro vias, de um lado ao outro, perceber que, provavelmente, quando ele chegasse à minha frente, eu iria atropelá-lo e, então, decidir por o pé no travão.
Ao que parece, o senhor ficou muito chateado por eu ter travado, porque ele teve de parar no meio da estrada, à minha frente e resolveu dizer qualquer coisa como "Anda, caralho!".
Peço imensa desculpa.
Eu só não o queria passar a ferro porque tenho coisas para fazer da parte da tarde e não me dava jeito ficar a cumprir o meu dever cívico depois de o atropelar.
Estive para ir ao local de trabalho dele, onde o vi entrar mas, visto que eu estava ainda com a farda do trabalho, achei que teria mais a perder do que a ganhar.

sábado, 27 de julho de 2013

Dizem que há eleições...

E, nisto, é um tal de fechar estradas para, finalmente serem alcatroadas. Ele é fechar estradas para pintar passadeiras. Ele é fazer jardins bonitos com flores. Ele é trazer música e festas aqui à vila.... Obrigada, eleições!
Muito grata.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Vamos a apostas?

Guedes e brasileira.
Quanto tempo dão ao namorico? Eu voto em dois mesinhos.
Só não sei qual das meninas é que vai terminar com a outra...

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Foi um fim-de-semana muiiito complicado...

Praia...
Esplanada...
Papo para o ar...
Um gelado...
Outro gelado...
O botão dos calções que não apertou...
A vitória do Guedes na Casa dos Segredos...
A vitória do outro senhor no Splash...
E a nossa Fiona...


quinta-feira, 18 de julho de 2013

Numa de cortar o cabelo...
Não cortar o cabelo...
Cortar o cabelo...
Sem coragem para cortar o cabelo...



quarta-feira, 17 de julho de 2013



Ora, por aqui, vai-se andando. Muito mimo, muitos cocós e muito choro quando a Fiona é fechada na cozinha.
Come o que lhe apetece e quando não lhe cheira, aproveita os passeios à rua para comer pedras, papel, plástico... uma verdadeira Fiona Ecoponto.
Pronto, vai tudo bem, muito obrigada.

Ninguém me paga para dizer isto mas...

... este produto, para quem tem preguiça para pôr cremes depois do banho, é a melhor coisinha que há.
E espero que me leve de vez o problema que tenho no inverno, de andar a correr pela casa, à espera que os cremes sequem, antes de me vestir.
Obrigada, Nivea.
Obrigada.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Arruma isso ou a senhora chama a polícia!

Trabalho no atendimento ao público acerca de 6 anos e, em todos os locais por onde passei (os suficientes para fazer eloquências) deparei-me sempre com a seguinte situação: As mães ou queridos pais com preguiça de porem as mãozinhas nas suas crias, quando estas estão a fazer merdinha, preferem sempre por a culpa na senhora que está ao balcão.
Normalmente, a senhora que está ao balcão pode bater na criança;
A senhora que está ao balcão pode berrar com a criança;
A senhora que está ao balcão pode chamar a polícia;
A senhora que está ao balcão pode obrigar a cria a ficar ali com ela de castigo (esta última é a minha preferida, coisa que eu faria sem sombra de dúvidas).
CAROS PAIS, se não querem bater no puto à frente de toda a gente ou não o querem aturar, deixem-no fechado no carro ou com algum familiar (preferencialmente a última opção, claro).
Mas por a culpa na senhora da caixa... sinceramente... nós, senhoras das caixas, só queremos que vocês vazem e levem a vossa cria dali para fora as soon as possible.
Mas más da fita é que nós não somos!
E ainda temos de sorrir quando vocês dizem essas parvoíces.

domingo, 14 de julho de 2013

Aqui fala-se de moda#12

Desde que comecei a pensar com mais seriedade no assunto do casamento e do vestido de nova, ainda só cheguei a duas conclusões.
-A primeira remete-se ao homem que escolhi para partilhar a vida. Decisão mais que acertada.
-A segunda diz respeito ao vestido. Branco ou cor de champagne mas curto. Nada de vestidos a arrastar no chão e eu a pensar se ficou alguma coisa para trás ou se rompeu ou estragou ou sabe-se lá mais o quê.
Partilho convosco alguns dos vestidos que mais gosto.







Este, sem sombra de dúvida, o meu preferido. Sem chapéu, claro.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Bad! Bad! Bad!

Peço autorização ao homem para usar o cartão de multibanco mais livremente numa ida aos saldos.
Ele deixou.
Uma miúda vai alegremente, debaixo deste calor abrasador e... nada. Nem uma pecinha digna de ser trazida para casa.
Não se faz!

quarta-feira, 3 de julho de 2013

O Desgoverno

De todo um infinito leque de temas de conversa, existe apenas um que eu sei que não consigo ter com o meu homem. Acabo sempre de mau humor e sinto que devo ser a única portuguesa a ver realmente as coisas como elas são. Esse tema é Política.
Ontem, com aquela fantochada toda, o meu homem saiu-se com qualquer coisa como "isto vai trazer instabilidade política!". Eu páro, dá-me um frio no estômago e lembro-me de pensar: instabilidade política? Nós vivemos os dois no mesmo país? Porque no país em que eu vivo, existe instabilidade, pelo menos desde 1987 (ano em que nasci, antes disso, não tenho grande opinião). "Não via o Coelho como alguém que só quisesse poder".
Bem, de facto, devo ser só eu mesma a ver as coisas desta maneira. Tínhamos tudo para ser uma Dinamarca, um país em que poderíamos todos viver no limite da decência, felizes, auto-suficientes, em vez de andarmos a olhar para o que o vizinho do lado tem e nós não. Bastaria não andarmos a apoiar esta cambada de políticos/corruptos e tirar aquele senil do poleiro (que, diga-se de passagem, não foi com o meu voto).
Eu sei que este país nunca vai passar disto. A Espanha se está descontente distribui lambada forte e feia, a Turquia faz o mesmo, a Grécia idem aspas, até o Brasil (o povo mais semelhante a nós). Mas nós, não. Para nós, desde que haja praia, sol, e fim-de-semana, a coisa até se vai compondo. E todas as eleições serão sempre a mesma merda porque o zé povinho em vez de exercer o seu direito ao voto (branco, nulo, no partido x ou x) vai, inevitavelmente, passar esse dia a fazer praia.
Nós somos fracos.
E o que temos lá em cima é exactamente o nosso reflexo.
Mais corrupção, menos corrupção.
Mas não me fodam e não me passem o telejornal e as noticias da rádio sempre com a mesma merda. Até musicas engraçadas se fazem.
E o zé povinho acha mesmo piada.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

wtf'?!

Obrigada, meu Santo António

Obrigada, meu Santo António que, agora menos ocupado, tiveste possibilidade de me ouvir e desaparecer com aquele calor infernal.
Já não me lembrava o que era tanto calor e, verdade seja dita, Portugal está para o ar condicionado como Inglaterra para boas praias.
Assim está melhor.
Eternamente grata.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Aqui fala-se de moda! #10

Estava a trocar ideias com o meu mais-que-tudo sobre que calçado ele usar para este calor (proibidíssimo sapatilhas!!!), até que me lembrei que as alparcatas estão super, mega in este verão.
E lembrei-me que vi qualquer coisa no Jumbo.
Colecção de senhora (as minhas favoritas):




E as de homem:


Provavelmente já todos viram mas, para quem se esqueceu nos entretantos, fica aqui a ideia. Muiiito baratinhas.

sábado, 22 de junho de 2013

Fiona em parceria com o IKEA

Chinelos IKEA: 2€. Trouxemos três pares. Algo me dizia que não seria demais.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Nunca entendi muito bem...

... aquelas pessoas que provocam filas intermináveis, nos supermercados, por dedicarem o seu tempo a ensacarem produtos que, por norma, já trazem alas/asas, tais como as embalagens de papel higiénico, garrafões de água...).
Porquê?
Expliquem-me!

Não é tão óbvia a existência daquela fitinha ali agarrada ao plástico?
Não, não é meramente decorativa!

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Olha para o que eu digo e não para o que eu faço!

Anteontem estava refastelada no sofá e, como tal, com preguiça para me levantar e ir buscar o comando. Estava na RTP1. Eu não vejo RTP1. Tenho as minhas razões. E essas começam pela Catarina Furtado, passam pelo Fernando Mendes, alguma culpa, também, do telejornal e por aí adiante. Acontece que estava a dar uma reportagem (a meu ver, quem fez aquilo, devia saltar directamente para o desemprego, mas isto sou eu a falar). Basicamente, era uma reportagem sobre os perigos do facebook e os papás que alertam os seus filhotes da malícia dessa rede social e que os controla (para bem deles, claro) e que sabem as senhas das contas, que os proíbe deles postarem fotografias deles mesmos (e os filhotes, lindos, concordam) e blá, blá, blá.
Nisto, estão os pais sentados no sofá a dar a entrevista, enquanto contam como se conheceram.
Muito rapidamente, ela morava na cidade x, ele na y. Ele começou a falar com ela no chat (sem a conhecer de parte alguma) mas ela, nesse dia não pôde porque tinha um problema no computador e tinha de desligá-lo. Não falaram nesse dia mas falaram no seguinte. E passada uma semana, ele foi ao local de trabalho dela (um banco) para conhecê-la e passada uma semana estavam a namorar e passado um mês estavam a morar juntos e estão juntos há coisa de quinze anos (mais coisa, menos coisa). Não digo que foi assim que a senhora descreveu exactamente a situação mas muda uma virgula aqui e uma palavrita acolá e foi isto.
Nesta altura, eu já devia ter mudado de canal mas a preguiça falou mais alto.
Agora, eu pergunto-me: Qual foi a moral desta entrevista?
-Alertar para os perigos do facebook? Mas o papá e a mamã conheceram-se por lá e, a ver bem, estão juntos e felizes há quinze anos.
-Olhar para o que os papás dizem mas não para o que eles fazem?
Entrevista profunda, a meu ver e muito educativa, diga-se de passagem.
Só mais uma coisinha: No meio de tantos pais protectores, não havia um casalinho que se voluntariasse para dar entrevista? Ah, e que, já agora, não se tivessem conhecido através desta rede social? Já que é dos perigos desta que se estava a falar...
Digo eu...

terça-feira, 18 de junho de 2013

1001 palavras!!! #29


Diálogo a não esquecer: Nunca!

Breve momento explicativo entre o meu mais-que-tudo e a nossa Fiona.
Ele: Fiona, em primeiro lugar, a tua dona, depois eu e depois, lá em baixo, tu.
Percebeste?

Não podia ficar mais orgulhosa.

Eu tenho uma opinião! Todos temos!

O povo português, pelo que me tenho apercebido, há-de ser o único povo neste planeta que tem opinião para tudo. Mas tudo mesmo. Acerca do tempo, acerca do que a,b ou c veste, acerca de como se passeia o cão, acerca do nosso emprego, do nosso marido, da nossa casa... Isto também é assim quando uma pessoa empranha? É que se eu já ouço 3.425 comentários de como passear a cadela (ou se devo passeá-la ou não), eu nem imagino os comentários que chovem sobre uma pobre mãe. Para já, eu só quero educar o meu animal de estimação, à minha maneira.
Pode ser?
E quando eu empranhar, posso educar a criança sossegada?
Digam que sim, vá!

segunda-feira, 17 de junho de 2013

sábado, 15 de junho de 2013

Algo pouco provável... mas que pode acontecer. E aconteceu!

Estava eu e o meu mais-que-tudo a passear a querida (e parva) Fiona até que ela se lembra de se atirar para as minhas pernas. Deu-me cabo das calças e fiquei com os caninos bem marcados na canela. Tudo normal até aqui não fosse uma senhora (já nos seus cinquenta anos e, portanto, com idade para ter juízo) rir-se li-te-ral-men-te na minha cara. Riu-se às gargalhadas e riu-se tanto que pôs a mão à frente da boca (talvez por  ter finalmente percebido que já estava a ultrapassar os limites da decência). Enquanto isto, um velhote, mais atrás a olhar para nós (com cara de idiota) enquanto repreendíamos a cadela.
E é assim o pessoal desta vila que é Aveiro.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

A Fiona está de parabéns

Completou dois mesinhos hoje.
Ela já ladra;
Ela não tem medo absolutamente nenhum de água (se a convidasse para tomar banho comigo, ela vinha);
Ela já não tem medo do secador, já lhe ladra e morde-o;
Ela já não tem medo do aspirador (pelo menos, enquanto este está desligado);
Ela já me deixa dormir mais um bocadinho de noite;
Ela está mais gordinha e mais fofinha (e mais parvinha).