terça-feira, 30 de abril de 2013

Um dia eu vou entender. Eu sei que vou.

Eu que me sentia e confesso que ainda me sinto escandalizada com regularidade acerca de alguns posts no mundo que é o facebook.
Ora é a amiga que não tem qualquer problema em chamar à sua outra amiga, à frente de todos nós, nomes como vaca, puta e mais não digo... Ora é a outra que publicita no facebook que vai começar o tratamento de fertilidade e que o marido é estéril ou qualquer coisa do género... Ora é a amiga que cobra da outra o facto de essa ter vindo passar cá férias e não terem tomado café. "Oh, amiga da onça!", parece que já estou a ouvir.
Eu leio, rio-me, sinto-me escandalizada com tanta falta de tacto e carência de educação... Mas eu sei que um dia vou encarar isto com normalidade.
Vou, sim.
Afinal de contas, no facebook, somos todos amigos.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Agora é que vão ser elas

Não sei assim ao certo há quanto tempo não ponho um belo de um cigarrinho à boca. Julgo que vou para os quatro meses de jejum. Isto até nem custou muito. Verdade seja dita, custar, custar vai começar a ser agora. A minha varanda, onde bate o sol de tarde, o último maço esquecido lá por casa (que ainda não dei a ninguém, não fosse a vontade bater à porta). Muita força é o que vai ser preciso. Agora é que vai ser. No entanto, caindo ou não de novo no vício, acho que me portei muito bem até aqui.

O sol deixa-me assim...

Não resisti. Sou uma oferecida. Uma fácil de conquistar. Veio um boadinho de sol e eu voei para casa para ir buscar o bikini. Há quase dois anos que o meu corpinho não sentia os grãozinhos de areia, o cabelo não ficava com aquele aspecto horroroso efeito pós-praia, a pele vermelhinha camarão... ai... refastelei-me na praia, refastelei-me na espreguiçadeira, no jardim da sogra e apanhei muita vitamina D.
Muitaaa!
E pronto, já me sinto melhor.
Já pode chover outra vez.
Brincadeirinha!

sexta-feira, 12 de abril de 2013

quarta-feira, 10 de abril de 2013

A dona de casa desesperada pede...

... apenas um ou dois dias de sol para poder por só umas roupinhas a lavar e secar.
Pronto, é só isto mesmo.
De resto, está tudo óptimo.


terça-feira, 9 de abril de 2013

Sadismo feminino

Estava eu a pendurar bijuteria no meu precário local de trabalho quando me deu para ir abordar um casal (ensonado) que não tirava os olhos e as lindas patinhas dos porta-moedas. Lá perguntei se precisavam de ajuda, ai e tal, não. Pronto. Lá foram. Tudo normal até aqui. Duas horas depois lá me aparecem novamente, sem nenhum saco na mão e vão colar-se novamente aos porta-moedas. Lá vou eu (santa paciência, eu sei!) e lá os abordo (normalmente à segunda, nunca falho) e não é que aquela coisa do género feminino lá me responde novamente que não necessita de ajuda, que não procura nada em específico. Mais uns segundos e ela dizia que estava ali porque não tem nada para fazer ao tempo que lhe sobra ou, então, lá o homem lhe aprontou alguma e ela anda a aterrorizá-lo pelo centro comercial o dia todoooo... Ou, então, esperem lá, há mulheres que acreditam mesmo que os homens a-do-ram andar às compras uma manhã inteira???
Matem-se!


terça-feira, 2 de abril de 2013

A sogra

Adoro a minha sogra! E quando digo que adoro é porque adoro mesmo (e não porque sei que o meu homem lê o blog). Da última vez que fomos lá jantar a casa, ela fez aquele comentário que qualquer sogra (mãe de um ser do género masculino) menciona logo a seguir ao casamento ou a quando o filho se junta com uma sujeita qualquer:
Sogra: Ele está mais magro.
Eu: Oi?
Eu (outra vez): Ai...
(silêncio)
Eu novamente: Mas ele come (não me ocorreu mais nada para responder)!
Agora resta-me a árdua tarefa de tentar encher o bandulho ao meu mais-que-tudo. Vou começar por fazer uma visitinha ao Pingo Doce e comprar dez pacotes das bolachas preferidas dele...